Xtremers: Lugar de mulher é no mar e surfistas brasileiras podem provar!

21 de outubro de 2020

Desde que a australiana Isabel Letham surfou em pé pela primeira vez, em 1915, ninguém segurou mais as mulheres no mar. Elas ainda são minoria, porém, o número de mulheres surfistas vem crescendo. E, melhor: as conquistas femininas têm sido arrasadoras.

São muitas mulheres fazendo história no surfe – dezenas delas do Brasil – cada uma por um motivo, por sua biografia no esporte, fato que é celebrado pela World Surf League (WSL). Um exemplo recente é o a brasileira Maya Gabeira, que fez história ao surfar a maior onda do mundo. Outra atleta de alta performance muito reconhecida no esporte é Silvana Lima, cearense eleita oito vezes a Melhor Surfista do Brasil, tricampeã brasileira e chegou ao vice-campeonato mundial por duas temporadas.

Essas e outras conquistas femininas fazem com que as mulheres sejam mais valorizadas no surfe. Esse é o caso da WSL, que entre seus atributos mais fortes está a defesa da igualdade de gêneros, com as mesmas premiações para homens e mulheres aos títulos do Championship Tour (CT) e de todos os seus eventos/torneios. A igualdade de gêneros está entre os principais compromissos, juntamente com sustentabilidade e qualidade de vida da WSL. E com essa excelente notícia celebramos mais uma vitória justa.

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Artista: Neil Young
Música: Rockin' In The Free World
#Esse som é muito marcante pra mim porque foi o primeiro que rolou na minha programação.

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