Marilyn Manson, que nega as acusações de abuso sexual, é defendido por Billy Corgan, que cita ao Popcast a fé cristã, a decisão da promotoria e um parentesco na banda.
Crédito da Foto: Reprodução/Instagram
Marilyn Manson, que nega as acusações de abuso sexual, é “basicamente parte da nossa família”, segundo Billy Corgan, líder do Smashing Pumpkins. A frase saiu numa entrevista ao Popcast, programa do New York Times, noticiada pela Loudwire em 23 de outubro de 2026, em que ele explicou por que manteve a amizade de quase 30 anos com o cantor depois das acusações.
O parentesco é literal. Lindsay Usich, mulher de Manson, é irmã gêmea de Ashley Usich, casada com o guitarrista James Iha, colega de Corgan nos Pumpkins. Corgan citou o vínculo ao ser questionado sobre o caso.
A fé veio antes. “Você tem que estar ao lado dos seus amigos”, afirmou, ressalvando que isso não o impede de ter opinião nem críticas. Sobre as acusações, disse que não estava ali para julgar o caso, mas que “pessoalmente” não achava Manson culpado, apoiado no que sabia de bastidores que o público desconhece. Admitiu que não estava presente quando os abusos alegados teriam ocorrido.
A base do argumento é a decisão da promotoria, que, segundo ele, analisou o caso por cinco anos. Em janeiro de 2025, a promotoria de Los Angeles informou que não apresentaria acusações criminais contra Manson; parte das denúncias estava prescrita. O arquivamento não equivale a uma decisão judicial de que as acusações eram falsas.
Corgan fechou a resposta com uma condição.
Se ele for culpado, ou qualquer pessoa nessa situação for culpada, deve ir para a cadeia.
A condição fica no ar, porque Manson nega todas as acusações e ainda enfrenta ações na Justiça civil.
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