Filho de pai brasileiro e com São Paulo à frente de Londres como a cidade que mais o ouve no Spotify, o cantor leva ao Igloo Super Hall, numa terça-feira, as músicas que o consagraram com os Grammys.
Crédito da Foto: Reprodução/Divulgação
Seal vai cantar Kiss from a Rose em Curitiba no dia 1º de dezembro, no Igloo Super Hall. A capital paranaense entra na turnê “Celebrando 30 Anos dos Clássicos Álbuns I e II” junto com Porto Alegre (2 de dezembro, Auditório Araújo Vianna), depois das datas no Rio de Janeiro (26 de novembro) e em São Paulo (28 de novembro).
O repertório sai dos dois primeiros discos, lançados no início dos anos 1990, e inclui Crazy, Prayer for the Dying e Love’s Divine, além de Kiss from a Rose, que rendeu a Seal os Grammys de Gravação do Ano e Canção do Ano. A turnê já passou pela Europa e, em julho, o show no festival MEO Marés, em Portugal, recebeu nota 10 da revista Arte Sonora, que elogiou a potência vocal e a presença de palco do cantor.
A ligação com o país é de sangue e de números: nascido em Londres, Seal é filho de mãe nigeriana e pai brasileiro. Segundo o material de divulgação, São Paulo é hoje a cidade com o maior público mensal dele no Spotify, com 211.760 streams, à frente de Londres (152.572) e Santiago (132.501).
Ingressos e valores
A produção é da 30e e da MCA Concerts, com apresentação do Itaú Live. A venda geral começou em 25 de setembro pelo site da Eventim e na bilheteria do Hard Rock Café Curitiba. A Pista custa R$ 400 (meia-entrada) ou R$ 800 (inteira), a Pista Premium Itaú Personnalité sai por R$ 800 (meia) ou R$ 1.600 (inteira), e a Mesa Bistrô, para seis pessoas em pé, custa R$ 6.000. O Pacote VIP Super Fã, com laminate, pôster, ecobag e protetor auricular, custa R$ 300 e exige ingresso de qualquer setor. A classificação é de 18 anos, e menores só entram acompanhados dos pais ou do responsável legal.
Clientes Itaú pagam em até três vezes sem juros no cartão. Carol Pascoal, VP de Comunicação e Marketing da 30e, resumiu o espírito da turnê ao dizer que são canções que “permanecem presentes na memória de muita gente”.
Para quem cresceu com esses dois discos, a pergunta que sobra é se a voz que a crítica portuguesa avaliou com nota máxima em julho vai chegar inteira ao Igloo.
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